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O Neo•Geo foi o primeiro videogame a usar cards para salvar dados, padrão da indústria a partir do PlayStation, e o primeiro console em igualdade técnica com arcades. Estabeleceu diversas franquias entre as mais importantes dos fighting games, como Samurai Shodown, Fatal Fury e The King of Fighters, portados e sequenciados para inúmeras plataformas até hoje.
Com esses jogos, apresentou personagens universalmente reconhecidos como os irmãos Terry e Andy Bogard, Robert Garcia, a família Sakazaki (Ryo, Takuma e Yuri), Kyo Kusagani, Iori Yagami, Geese Howard, Rugal, Joe Higashi, Haohmaru e vários outros.
Mai Shiranui, começando em Fatal Fury 2, ganhou popularidade a ponto de virar “sex symbol” da SNK graças às aparições sensuais, sempre com infalíveis seios balançantes, roupa vermelha reveladora, cutscenes e golpes provocantes. Apesar das acusações de fanservice que essa exploração gerou, ela foi muito útil para a SNK — Mai é popularíssima na Ásia, e influenciou criações posteriores como Maki (Final Fight 2).
Principalmente entre KOF 94 e KOF 99, seu desenho e animação ficaram cada vez mais sensuais, mas de 2000 a 2003, foi adotado um traço mais comportado, com os seios menos expostos (dentro do possível para Mai, claro…).
Evolução de Mai nas séries Fatal Fury e The King of Fighters. Por fileiras: Fatal Fury, FF Special, FF 3, Real Bout FF; RB Special, RB 2, KOF 94, KOF 95; KOF 96, KOF 97, KOF 98, KOF 99; KOF 2000, KOF 2001, KOF 2002 e KOF 2003.
O Neo•Geo teve uma das maiores vidas úteis na história do mercado, com 14 anos até o lançamento final. Mesmo descontinuado há mais de uma década, ele continua sob forte interesse de fãs e colecionadores. Seu modelo de negócio — uma máquina doméstica exclusivamente para rodar games do arcade — foi único, até porque arcades perderam o charme com o salto tecnológico da 5ª geração, quando não faziam mais a diferença.
Para colecionadores, o AES é um dos itens mais complicados, pelo elevado preço dos cartuchos: embora o console seja encontrado por menos de 300 dólares em excelente estado, a maioria dos jogos clássicos não saem por menos de 250 dólares. Para quem sempre desejou colecionar Neo•Geo mas não é rico, o MVS é menos complicado.
ciclismo de estrada, Ciclismo urbano, Competições, Fisioterapia, MTB, Vídeos
A maioria dos ciclistas já sentiu alguma dor ao pedalar, ou após a
pedalada. Dores que podem ser causadas por uma má postura ou posição
sobre a bike, e após muito tempo sobre a bike e movimentos repetitivos.
Nesse vídeo eu explico um pouco as causas das dores e também como prevenir ou como solucionar esses incômodos!
Treino de perna, o mais cabulado pelos homens e o mais desejado pelas mulheres. Treinar pernas é tão importante como qualquer outro músculo, afinal, são elas que nos transportam e suportam nosso corpo.
Apesar de entendermos perna como coxa, panturrilha e pé, nesse artigo eu vou falar apenas da região da coxa.
Podemos dividir a coxa em anterior e posterior, mais comum de visualizarmos nos treinos, apesar de separarmos ela dessa forma, em alguns exercícios vamos ver a ativação de ambos.
Os músculos da coxa, assim como o ombro fazem vários movimentos, temos o movimento do joelho (flexão, extensão e rotações) e o movimento do quadril (flexão, extensão, rotações, abdução e adução).
Não vou separar cada músculos e falar de todos e seus movimentos, mas se você quiser saber mais sobre cada músculo e seu movimento recomendo esse link de anatomia.
Exercícios para treino de perna
Vamos ver alguns exercícios para um treino de perna:
Cadeira extensora e a flexora: clássica em academias, o movimento é concentrado na articulação do joelho, na extensora trabalhamos unicamente o quadríceps, músculos anteriores da coxa, temos que estender a perna ao máximo e flexionar segurando a carga, movimento simples.
Temos algumas variações como em isometria (sem movimento da articulação) muito usada para quem tem condromalacia patelar, outra variação é o unilateral, isso quer dizer fazer uma perna e depois a outra, esse exercício é importante para se ganhar equilíbrio muscular evitando que uma perna fique mais forte que a outra.
Na cadeira flexora trabalhamos os isquiotibiais, músculos posteriores da coxa, também encontramos as duas variações citadas acima. O movimento é flexionar o joelho e estender vagarosamente, a extensão do joelho deve ser completa, além do maior recrutamento de fibras, evita-se encurtamento e futuras lesões.
Agachamento e Leg press: Ambos nunca faltam em um treino de perna, o exercício exige das duas articulações, joelho e quadril. O agachamento possui inúmeras variações, esse exercício é para alunos mais avançados, pois exige a coordenação de vários músculos ao mesmo tempo.
O agachamento dá enfase em quadríceps, mas também temos ativação dos posteriores de coxa e glúteo e, se for o agachamento profundo (descida máxima), veremos uma maior exigência desses músculos.
No Leg Press veremos uma ativação maior do quadríceps e menor nos isquiotibiais e glúteo, comparado ao agachamento pois seu movimento é mais restrito, sendo impossível fazer um movimento menor que 90º. Além de não ter quase nenhuma ativação da musculatura lombar.
O que podemos ver é que Leg Press parece ser menos eficiente que o agachamento. Não! Ambos são ótimos exercícios, porém Leg Press eu passaria para alunos que estão iniciando e precisam ganhar certa força e coordenação muscular para começar a agachar ou para alunos com dores ou encurtamento lombar.
O agachamento é um ótimo exercício, mas deve ser feito quando já se possui coordenação e força muscular, em alguns lugares que não possui o Leg Press é possível fazer variações do agachamento, como na bola encostado na parede ou o livre no banco.
Stiff: um dos movimentos dos isquiotibiais (músculos posteriores da coxa) é a extensão do quadril, juntamente com o glúteo, nesse exercício fazemos exatamente esse movimento, assim deve se concentrar para não mover os joelhos e nem a coluna que deve se manter sempre ereta.
O Stiff também pode ser feito unilateral, levantando um perna, ótimo para adquirir força e equilíbrio.
Adução e Abdução: exercícios evitados pelos homens porém muito importante, adutores e abdutores fazem o movimento de abrir (abdução) e fechar (adução) a perna, imagine em um jogo de futebol, você abre a perna para não deixar aquela bola escapar e sente uma forte dor na virilha, esse é seu adutor que não teve força para manter sua perna esticada e agora está lesionada.
No exercício de adução e abdução com caneleira ou polia, deve-se manter a ponta do pé sempre direcionado para frente do corpo, porque ao virar a ponta do pé, mudamos a musculatura envolvida.
Dicas para seu treino de perna
Algumas dicas para quando for fazer treino de perna:
– aqueça bem todas as articulações – no agachamento, por exemplo, muitas articulações são envolvidas, como tornozelo, joelho, quadril e coluna;
– Posicionamento – por ter muitas articulações envolvidas é importante prestar atenção no posicionamento que vai do pé até o quadril e durante a execução procure se olhar no espelho para manter a postura adequada;
– Amplitude – apesar de amplitude aumentar o recrutamento de fibras e ser mais eficiente, deve se tomar alguns cuidados, pessoas com restrições, iniciante e com pouco alongamento deve evitar ou ir gradualmente praticando esse exercício, para não provocar ou piorar lesões.
-Sequência de exercícios – há várias formas de periodizar um treino de perna, é importante que se mantenha a sequência montada por seu professor. Como vimos os músculos da perna são capazes de fazer vários movimentos, para que se tenha um melhor rendimento o treino deve conter essa lógica para um exercício não afetar o outro.
Essas foram algumas dicas para seu treino de perna, se tiver alguma dúvida ou mais dicas, comente!
Aquela dor interna constante no joelho que torna o simples fato de ficar em pé ou com joelho flexionado por algum tempo, uma dor pior ainda. Mas o que é a condromalacia patelar? Será que posso continuar a treinar?
O que é condromalacia patelar?
Sabe aquela dorzinha interna ou incômodo no joelho acompanhados ou não de trepidações e estalos que aparecem quando você corre, sobe escada ou faz agachamentos? Se você sente algum desses sintomas, é bom ir ao médico: você pode estar com síndrome patelo-femoral ou condromalacia patelar.
Essa síndrome nada mais é do que o amolecimento da cartilagem que fica entre o fêmur e a patela, devido a um desvio patelar, a um desequilíbrio muscular, algum movimento excessivo ou trauma(s).
O osso patelar desalinha e começa a fazer um novo “trajeto” o que provoca o amolecimento da cartilagem.
A cartilagem nessa região tem como função de não permitir atrito entre os ossos. Porém, como a cartilagem tem poucos vasos (o que dificulta sua regeneração) e não é inervada, você não sentirá dor quando começar seu desgaste.
Você só irá perceber que algo está errado quando a cartilagem amolecer (primeira fase da síndrome) e com um possível aparecimento de edema.
Condromalacia patelar e as mulheres
Essa síndrome é mais comum em mulheres, por fatores fisiológicos e culturais. Alguns estudos mostram que as mulheres tem um certo atraso quando comparado aos homens para o recrutamento de grupos musculares.
Isso quer dizer que se ambos saltarem, o impacto sofrido nas articulações femininas (principalmente nos joelhos) no momento da aterrissagem, será maior, provocando muitas vezes movimentos não corretos como a rotação dos joelhos para dentro.
Mulheres com quadril mais largo maior risco de ter essa lesão
O tendão do quadríceps da coxa junto com o ligamento patelar formam um ângulo, denominado Angulo Q, esse ângulo fica em torno de 12º para os homens e 15º para as mulheres. Ângulos maiores que 20º tem forte tendências a síndrome patelar.
Como vocês viram, o ângulo Q das mulheres é maior, isso por que seu quadril é mais largo do que o dos homens, o que as coloca, mais uma vez, com mais chances de sofrer de condromalacia.
O salto alto se torna um grande vilão, especialmente quando tem mais de três centímetros já que empurra a gravidade do corpo para frente. Esta inclinação obriga o peso do corpo a ficar concentrado nos joelhos.
Ok, ok mulherada, vocês não vão descer do salto alto. Apenas evitem ficar em pé com eles por muito tempo e caso haja necessidade de ficar em pé por seguidas horas, usem um calçado com menos de 3 cm de salto.
Outras razões para desenvolver a síndrome são os hábitos de sentar em cima da(s) perna(s) com o(s) joelho(s) hiperflexionado(s) (costume mais comum entre mulheres) e até o tipo de pisada: pisadas pronadas também são suscetíveis a esse tipo de lesão.
Prevenção e o tratamento
Para prevenir e ajudar no tratamento para condromalacia patelar é preciso:
Treinar técnicas de movimentos: principalmente se seu esporte contiver corridas e saltos, aprimorar as técnicas de ambos os movimentos é fundamental para um joelho saudável;
Alongar: alongamentos evitam encurtamentos musculares e melhoram o equilíbrio muscular;
Fazer exercícios para o fortalecimento: se você é daqueles que fogem do treino de pernas mas adora jogar futebol de fim de semana, saiba que você está no grupo de risco. Fortalecer a musculatura das pernas, diminuí a pressão do joelho e aumenta a resposta muscular;
Praticar exercícios funcionais: são ótimos para promover o equilíbrio muscular, criar melhor percepção do movimento e fortalecer as articulações.
Para iniciar o tratamento, primeiro consulte seu médico. Ele diagnosticará o nível da síndrome e lhe orientará. Treinar é importante e deve fazer parte do seu tratamento. Algumas dicas para lhe ajudar na recuperação:
Evite movimentos cíclicos e de impacto sobre os joelhos (corridas, aulas de jump, bike indoor) muitas vezes proibidos pelo médico no começo do tratamento. O ideal e mais indicado são atividades aquáticas;
Perda de peso é indicada para quem estiver acima do peso, para evitar sobrecarga no joelho;
Trabalho de força e hipertrofia de quadríceps: ideais são os exercícios isométricos (sem movimento articular), ou com baixo movimento articular, porém deve-se saber em que grau encontra-se a lesão;
Exercícios como o agachamento, devem ser feitos devagar e com total controle e atenção ao movimento;
Pilates e exercícios proprioceptivos são indicados, mas lembre-se de informar o professor do seu problema.
Fica claro que o tratamento para condromalacia é o treino. Se o grau da lesão evoluir, o tratamento passar a ser cirúrgico e a dor de cabeça só aumenta.
Se esse não for o seu caso, indique esse post para alguém que sofra dessa síndrome ou que tenha dores constantes nos joelhos. Se a lesão for tratada a tempo e de maneira adequada, possibilitará que a pessoa volte a ter uma vida normal.
Vamos ver algumas dicas na hora de treinar o ombro. Basta fazer um movimento de mal jeito e pronto: essa articulação começa a doer. O movimento do ombro é tão amplo e complexo que treiná-lo é fundamental e requer atenção!
A região dos ombros é responsável por vários movimentos: flexão, extensão, abdução, adução, rotação interna e externa, elevação e depressão. Você pode ver como é o treino para ombro nesse artigo ( Treino de Ombro).
Para realizar todos esses movimentos, ela conta com três articulações: esternoclavicular, acromioclavicular e gleno-umeral e dois mecanismos deslizantes que são o subacromial e escapulotorácico. Para cada movimento muitos músculos são envolvidos, como veremos no vídeo abaixo.
Com uma grande capacidade de amplitude e movimento os ombros requerem alguns cuidados, principalmente na hora do treino.
Muito importante treinar os ombros e saber como treinar. Se você já entrou para time dos que têm essa região lesionada, consulte um médico para o tratamento e, quando puder retornar aos treinos siga essas dicas!
– Aquecimento: é essencial aquecer os ombros, não só quando você for treiná-los, mas para treinar peitoral e dorsais também.
– Treine o Manguito: aqui no HdT já expliquei como é esse exercício e sua importância para os ombros!
– Movimentos completos: todos os exercícios, principalmente os que envolvem os ombros, devem ter o movimento amplo completo.
Em uma remada por exemplo, o braço deve estender por completo e os ombros irem um pouco para frente abrindo as escapulas. Na fase de flexão do cotovelo, as escapulas devem se fechar. Isso talvez o fará diminuir a carga, mas, além de trabalhar todos os músculos envolvidos, o risco de lesão é menor.
– Alongamento: quem fica muito tempo na mesma posição deve alongar frequentemente, pois além de melhorar a articulação, ajuda a melhorar a postura e diminui o risco de lesão.
– Não relaxar durante o exercício: isso ocorre muito em exercícios como Barra Fixa, Pulley ou Remada Máquina. Ao terminar, relaxar a musculatura faz com que o peso desça com tudo, levando junto o braço. Resultado: um tranco enorme nos ombros que, para os encurtados acaba gerando uma lesão.
– Periodizar: descansar é importante, por isso periodize seu treino. Quem faz natação deve equilibrar os treinos para não sobrecarregar.
Treinar peito e costas também força os ombros, e tem gente que dedica um dia só para treinar os ombros, algumas vezes combinado ao treino de pernas. Particularmente, muitas vezes coloco os treinos de ombro e peito combinados, porque o ombro é mais exigido nos treinos para peitoral. Converse com seu professor porque há muitas formas de periodizar um treino.
Exercícios perigosos para o ombro
Existem alguns exercícios comuns em academias que deixam a região do ombro em xeque. Muitos defendem, outros vão dizer que sempre fizeram e nunca sentiram nada. Eu não os faço e não os insiro nos treinos dos meus alunos. Os exercícios são:
Pulley Costas para trás: coloca o ligamento anterior no seu limite. Fazer o Pulley Frente trabalha a musculatura dorsal da mesma forma e sem forçar o ligamento.
Desenvolvimento Trás: mais uma vez os ligamentos são colocados no limite, porém agora você tem que empurrar um peso e não puxar e, muitas vezes trata-se de uma barra livre o que torna o exercício instável e desconfortável para o ombro.
Essas foram algumas dicas para você treinar melhor, com segurança e ter o melhor do seu rendimento.
Tire dúvidas, deixe sua opinião, faça um manguito e…
Comentaremos sobre os seguintes tópicos sobre bike indoor: ajustes iniciais, postura, hidratação, vestimenta, calçado adequado e mais alguns itens importantes para você se aventurar e curtir muito essa, que é uma aula super empolgante, ótima para queimar calorias e excelente para treinar seu “fôlego”.
Quem treina em academia com certeza deve ter visto, ouvido falar e até feito uma aula deste tipo, chamada de vários nomes: Bike, Bike Indoor, Cycle e até Spinning (guarde este último). Resumindo é uma aula que estimula os batimentos cardíacos através de uma bicicleta especial estacionaria (que não se move).
Surgiu em 1989 e seu precursor é Jonathan Goldberg, ou Johnny G como é mais conhecido. Veio para substituir as aulas de Ginástica Aeróbica (muito coreografadas) e as de Step (mais coreografadas ainda).
Logo caiu na simpatia de muitos alunos, por ser uma aula simples (qualquer um consegue pedalar, mesmo quem nunca tenha subido em uma bicicleta comum), de fácil aprendizado, adaptável a todos os níveis de condicionamento, com resultados incríveis e muito mais segura do que uma bicicleta na rua.
O interessante é que pessoas de diversos níveis podem treinar juntos, na mesma aula, pois existe um mecanismo de aumento de resistência, regulável de acordo com o objetivo que se pretende alcançar, daí a grande procura por pessoas de todos os tipos e jeitos: magrinhos, gordinhos, novos, mais velhos, atletas, iniciantes e até uma combinação destes fatores. Tímidos e descoordenados são muito bem vindos também.
É uma aula com grande gasto calórico, chegando a incríveis mil calorias dependendo, é claro, de vários fatores, por exemplo: intensidade que for executada, nível de condicionamento, etc.
Dicas para aula de bike indoor
1- Ajustes iniciais da bicicleta: quando você chega numa sala de Bike Indoor perceberá que as bicicletas são iguais, inclusive todas tem ajustes de altura do banco (selim), altura do guidão e distância entre os dois (ajuste horizontal de banco e guidão). Como existem diversos tipos de corpos (mais baixos, mais altos, pernas compridas/curtas e braços compridos/curtos), estes ajustes servem para deixar sua Bike com a geometria do seu corpo, evitando futuras lesões e dormência em algumas partes.
Altura do banco: deve estar aproximadamente na mesma altura do osso lateral do quadril, um pouco abaixo da cintura.
Altura do guidão: na mesma altura do banco ou levemente mais alta para os principiantes. O tronco fica inclinado à frente.
Distância banco-guidão: durante muito tempo vi alguns alunos colocando a ponta dos dedos no guidão e o cotovelo na frente do banco, pensando que essa seria a medida adequada. Ledo engano. Pergunto: como você pode medir pernas, tronco e braços apenas pela medida do cotovelo + mão?
Pode ser que para algumas pessoas isso dê certo, mas para a maioria não vai funcionar, principalmente porque hoje as bikes tem ajuste horizontal do guidão.
Para regular deixe os pedais e pés na mesma altura (horizontais), segurando no guidão na posição mais ereta que este permitir (pegada 1). Olhe para baixo: a ponta do seu joelho deve estar alinhada com o eixo do pedal (embaixo do seu pé) em uma linha reta. Essa é a maneira mais eficiente de ajuste.
Importante: algumas pessoas não sentirão conforto nesta posição, pode e deve ser feito um ajuste mais ereto, porém sem fugir muito deste parâmetro. A ideia é evitar possíveis lesões.
2-Postura: quando pedalamos usamos duas posições básicas: sentado ou em pé. Quando sentado procure sempre deixar seu quadril na parte mais fofinha e maior do banco, a parte de trás.
A pegada na bike indoor pode ser a mais próxima, com as palmas das mãos voltadas para baixo (pegada 1), mais no centro do guidão. Pode ser a pegada 2, com as palmas das mãos voltadas para dentro e segurando nas laterais do guidão, porém ainda com o tronco mais ereto.
Na posição em pé você pode usar a pegada 1 ou a 2 e também a pegada 3 que é igual a 2, porém segurando na ponta do guidão com o tronco mais inclinado à frente.
Em qualquer posição: segure firme no guidão, mas deixe seus cotovelos e ombros relaxados. Abdômen contraído principalmente quando estiver em pé. Joelhos sempre longe do guidão, apontados para frente, nunca com as pernas abertas.
A articulação do tornozelo não fica fixa, existe um movimento de flexão e extensão. Como se a ponta do pé “lambesse o chão”. O quadril deve estar estável e balança muito pouco para as laterais.
3-Hidratação: Esta aula pode ser intensa, seu corpo vai transpirar muito e a água que sai precisa ser reposta. Por isso é importante ter uma garrafa-squeeze com água fresca e ir bebendo sistematicamente durante a aula. Se passar de uma hora de aula seu corpo perderá mais que água: sais minerais serão eliminados na sudorese.
Faz-se necessário ingerir algum tipo de bebida hidro-eletrolítica, para evitar câimbras e fadiga generalizada.
4-Vestimenta: A roupa utilizada deve ser de material leve, que permita ventilação e que deixe o movimento o mais confortável possível. Uma bermuda de ciclismo com protetor para a pelve, é muito bem vinda. Uma toalha para secar o suor dos olhos pode ser utilizada. As meninas gostam de pedalar de luvas, evitam “calos”.
5-Calçado adequado: Sapatilhas são os melhores calçados para pedalar, pelo conforto, por deixar os pés na melhor posição e por melhorarem a mecânica do pedal. Se não for possível pedale com o tênis mais firme que você tiver, bem amarrado afim de evitar que seus pés escorreguem dentro dele.
Tênis de corrida não são bem vindos aqui, pois a força exercida nos pedais serão absorvidas pela borracha mole do tênis, desperdiçando energia. Quanto mais duro melhor.
Quando começar a aula pedale numa velocidade confortável, vá adicionando carga lentamente e preste muita atenção nas explicações iniciais do professor, quando ele explicará o tipo de aula (intervalada ou continua), até onde sua frequência cardíaca chegará, se haverá mais giros ou mais subidas e a duração total.
Cada vez mais no Brasil estão usando a bike, seja para trabalhar, treinar ou se divertir no fim de semana. Mas será que estão bem orientados em termos de segurança? Como sair pedalando com segurança pela sua cidade?
Quem me conhece desde a infância e lê o titulo deste post, deve pensar: “Você Ricardo? Pedalando com segurança? Quem te viu e quem te vê!!” Explico: Quando éramos criança e pedalávamos nas ruas do bairro, tudo era muito mais simples.
Havia menos carros, menos pessoas, menos stress. Pedalávamos sem camiseta, de sandálias, às vezes descalço mesmo. Não usávamos óculos de proteção, muito menos capacete. Por outro lado os acidentes ocorriam igual aos de hoje: falta de equipamentos, falta de atenção ao pedalar, fazendo alguma “peripécia” e por aí vai.
Só que agora existem muito mais bicicletas, muito mais carros, muito mais stress e egoísmo na disputa pela via publica, sem falar nos aparelhos de tocar musicas, que nos tiram um dos sensores de defesa (a audição) e pior, vejo as pessoas usando cada vez mais, com os dois ouvidos tampados (poderia usar um só, pelo menos) e com fones gigantes que bloqueiam qualquer ruído que venha de fora.
Venhamos e convenhamos que é uma delicia pedalar ouvindo suas musicas prediletas, porém é um perigo enorme não ouvir uma possível buzinada de alguém que te viu e está preocupado que você não o tenha visto/ouvido. Entre evitar colocar minha vida em perigo e ouvir a musica que eu gosto, opto pela primeira opção.
Antigamente pedalávamos livremente, indo de um bairro ao outro, sem muita preocupação. Lembro que pedalava até o Pico do Jaraguá e ainda subia (são 5km do pé ao cume com inclinação final de 17%), era cruel porém maravilhoso. Fiquei sabendo que um ciclista morreu lá, uma vez, caiu lá de cima, sem freios. Tá vendo? Tinha acidentes também.
Hoje em dia com a quantidade enorme de carros ao nosso redor, somos obrigados a pedalar pelas calçadas, quando a avenida é muito movimentada e pelas ciclovias (que são pouquíssimas). Quem se aventura no meio dos carros pode levar um tombo ou pior, ser atropelado.
Temos como dividir os ciclistas em 3 turmas, cada qual com suas peculiaridades.
1 – Turma do lazer
Os mais felizes e inexperientes ciclistas de todos. Só pegam a “magrela” aos finais de semanas. Lotam os parques e ciclo faixas e pedalam sem nenhuma noção de “mão e contramão”, fazem zigue-zagues e colocam todos em risco, inclusive a si próprios.
Não usam capacete, nem óculos de proteção (caso um inseto ou pedra decida bater nos seus olhos, além de proteger do vento), nem luvas (evitam escorregar da manopla quando está com as mãos suadas), também não passam protetor solar (é que enquanto você pedala já toma um “Bronze”…).
Suas bicicletas geralmente não são apropriadas para o seu tamanho e peso, não estão com a regulagem (altura do banco e guidão) ajustada corretamente. Isso quando a bike não é dele, emprestada por outro para um “rolê”. Sem contar a falta de manutenção da coitada.
2 – Turma do treinamento
São ciclistas que tem um pouco mais de preocupação que o grupo anterior. Já andam de capacete, óculos e luvas. Suas bikes são do tamanho ideal, muitas ajustadas num Bike Fit (método de personalizar o tamanho da bike individualmente, modificando alturas e distâncias de mesas, guidão e banco), isso evita muito as lesões pelo esforço repetitivo.
Andam na maioria das vezes em grupo e levam peças de reposição (câmeras, elo de corrente e chaves para regulagem) se forem moradoras da cidade de São Paulo pedalam em estradas, na USP e na Ciclovia da Marginal Pinheiros.
Um problema que pode ser evitado neste grupo é, quando estão pedalando no vácuo (muito perto um do outro), deveriam tomar o devido cuidado, observando os da frente, ficando com a mão no freio e não muito próximo. Já vi acidentes feios porque o da frente caiu e os outros não conseguiram desviar, caindo junto.
3 – Ciclistas trabalhadores
São as pessoas que utilizam a bike como meio de transporte. Usam capacete e às vezes óculos de proteção. Seus trajes usualmente já são os de trabalho. É esse grupo que tem crescido mais, em decorrência do nosso transito caótico. Algumas empresas estão investindo em vestiários com banheiros anexo ao bicicletário.
Neste grupo vemos as bicicletas elétricas, que você só precisa pedalar um pouco e o resto vai na inércia. Assim não transpiram muito. Esses ciclistas estão por toda a parte, menos nas estradas.
Dicas para sair pedalando com segurança
-Sua vida vale mais que qualquer coisa;
-Não dispute espaço com motoristas, taxistas e caminhoneiros. Lembre-se de quantos motociclistas/motoqueiros/motoboys já morreram por tentar. É um processo lento de adaptação. Não façamos parte da estatística de mortalidade;
-Pedale sempre equipado;
-Não utilize aparelhos sonoros enquanto pedala;
-Esteja atento 100% do tempo;
-Comece com trajetos menores;
-Sempre que possível pedale em grupo;
-Cuidado com as crianças, inclusive na ciclo faixa de lazer, elas estão aprendendo a não poluir nossa cidade no futuro;
-Alimente-se corretamente e hidrate-se durante o percurso;
-Se for para a estrada, mais cuidado ainda, lembre-se da velocidade dos veículos nesta via;
-Revise sua bike periodicamente;
-Para adquirir força e condicionamento faça aulas indoor. Ajudam muito quando aparecerem as subidas no percurso.
Os tombos ocorrerão, esteja preparado (a). O veículo urbano do futuro já foi inventado. Chama-se Bicicleta!
Você sabe como comprar uma bicicleta? A bicicleta pode ter várias funções, transporte, lazer, esporte e treino. Pode ser rápida, confortável, pesada, leve são tantas opções.
Toda vez que estamos passeando na rua, de carro ou mesmo a pé, e vemos alguém andando de bicicleta dá uma vontade louca de pedalar também não é?
Aquela sensação de liberdade, vento no rosto, fazendo exercício enquanto se diverte, etc fazem com que fiquemos doidinhos por uma “Bike”. Daí, por impulso, você vai lá e compra a mais barata, ou a mais bonita, ou aquela do seu amigo/amiga que não está sendo usada ou até pega uma emprestada por algum tempo… Ledo engano.
Sou um amante do pedal e desde que me conheço como gente, pedalo. Graças ao meu querido pai, tenho um histórico de 42 anos de muita pedalada (tenho 47 hoje) e muitos destes anos junto com ele.
Minha intenção com este artigo é alerta-los caso queiram se embrenhar no mundo ciclístico e de forma alguma estimulá-los. Pedalar é uma delicia e se você que está lendo já pedala sabe do que estou falando.
Dicas para comprar uma bicicleta
Vamos aos cuidados para evitar futuras lesões:
Existe uma quantidade enorme de medidas e combinações de medidas em nosso corpo: comprimento das pernas (cavalo), dos braços, do tronco, tamanho do pé que gera uma quantidade de combinações no mínimo intrigante, explico.
Você já deve ter visto pessoas com o tronco curto e as pernas compridas. Também já deve ter visto o contrário, pernas curtas e tronco comprido, sem contar os braços…
O ponto é: como os fabricantes de bicicleta fazem para suprir essa quantidade de estereótipos diferentes? Criando tamanhos diferentes. Mesmo assim fica difícil saber qual altura do guidão, altura do selim (banco), distância entre ambos, “mesa” mais curta ou longa, corretos para cada corpo.
Pra piorar (melhorar na verdade) ainda temos: bicicletas Speed (estrada), mountain bikes (MTB), híbridas e as contra relógio (Time trial) específicas para triathlons. Ufa!
Ainda bem que inventaram uma coisa chamada “Bike Fit”, que pega todas estas medidas do seu corpo e com alguns cálculos consegue determinar: qual tamanho da bicicleta/quadro você deve comprar, bem como as alturas e distâncias que devem ser utilizadas. Evitando assim futuras lesões para os praticantes deste esporte/modalidade/meio de transporte/lazer que é a bicicleta.
Tabela de medidas para bicicleta
De uma olhada nesta tabela básica, antes de comprar uma bicicleta.
Altura Speed MTB
160 – 165 47 – 51 14
165 – 170 51 – 53 16 – 17
170 – 175 53 – 55 18
175 – 180 55 – 57 18 – 19
180 – 185 57 – 59 20
185 – 190 59 – 61 20 – 22
190 61 22
Pedalar com os joelhos muito flexionados (banco baixo), pode machucar suas patelase seus meniscos (joelhos).
Pedalar com os joelhos completamente estendidos (retos, banco alto), pode dar lesões nos “tendões de Aquiles” e na pubis (região inferior do seu tronco).
Pedalar muito longe do guidão (quadro grande ou mesa grande), seu corpo ficará muito inclinado, pode dar lesões nos ombros, punhos e região lombar.
Como puderam observar é importante procurar algum profissional especializado (Bike Fitter), ou que conheça muito bem sobre anatomia humana que possa te ajudar a escolher o modelo adequado ao seu corpo, independente do tipo de bicicleta.
Futuros ciclistas, sejam muito bem vindos. O veículo do futuro já foi inventado faz tempo. Agora você sabe como comprar uma bicicleta!
P.S. utilize capacete e equipamentos de proteção (luvas). Se for pedalar a noite: luzinhas na frente e atrás de sua “MAGRELA”
As velas de ignição, são os componentes responsáveis pela queima docombustível, quando este está dentro das câmaras de combustão. Sua faísca dá início a explosão que impulsiona os pistões, movimentando o motor CONTINUAMENTE. Mas as velas têm vida útil e devem ser inspecionadas pelo mecânico a cada 10.000 km na maioria dos veículos nacionais.
Assim como a fumaça emitida pelo escapamento, inspecionar as velas periodicamente pode nos dar muitas informações sobre o estado geral do motor pois dependendo do estado, as velas indicam defeitos que podem comprometer outros componentes e evitar que danos mais significativos aconteçam.
Velas de Ignição – defeitos e sintomas
Após 10.ooo km rodados, já é possível perceber diversos sintomas e problemas indicados pelo estado das velas. Vamos descrever os principais e mais comuns de se identificar após remover o jogo de velas. São eles:
Desgaste natural
Se o pé do isolador estiver levemente amarelado ou marrom, indica que tudo correu bem durante a vida útil das velas. O motor está em boas condições e o tipo da vela estava correta para este motor.
Desgaste natural excedido
Mesmo que o motor esteja em boas condições e que as velas estejam corretas para o tipo de motor, permanecer muito tempo sem substituir as velas irá causar o desgaste excessivo do eletrodo central (erosão). A distância entre os eletrodos fica muito grande e a alta voltagem fornecida pela(s) bobina(s) passa a ser insuficiente para causar a faísca.
Sintomas:
- Solavancos do motor, principalmente ao acelerar para ultrapassagens ou em subidas.
- Dar partida no motor fica mais difícil. Demora para pegar.
Corrosão dos eletrodos
Esta situação geralmente é confundida com o derretimento dos eletrodos por superaquecimento. Ao contrário do que parece, este sintoma é causado pela presença de agentes e/ou aditivos corrosivos no combustível ou óleo lubrificante e é comum encontrar depósitos de resíduos que acabam influindo no fluxo de gases. Geralmente também é causado por combustível de má qualidade.
Sintomas:
- Solavancos do motor, principalmente ao acelerar para ultrapassagens ou em subidas.
- Dar partida no motor fica mais difícil. Demora para pegar.
Fuligem preta (carbonização seca)
A formação desta fuligem preta e seca, cobrindo os eletrodos e a cabeça da vela, pode ter diversas causas. As principais são: Filtro de ar sujo, afogador com mal-funcionamento ou acionado por muito tempo, combustível de má qualidade, carburador ou injeção desregulados (mistura ar-combustível muito rica), motor funcionando em baixa rotação por muito tempo, regulagem do ponto de ignição muito atrasado (faísca atrasada), uso de velas inadequadas (muito frias).
Sintomas:
- Dificuldade na partida do motor, principalmente quando ainda estiver frio.
- Motor falha quando em rotação de marcha lenta.
No casos de você ter abastecido com gasolina ruim, fazer o veículo rodar em primeira ou segunda marcha, com a rotação bem alta por alguns instantes pode eliminar as impurezas acumuladas na ponta da vela, se o carro já estiver abastecido com combustível de qualidade. Mesmo assim, é importante revisar a regulagem e os filtros. Trocar as velas por novas, também é uma boa idéia.
Sujeira preta e oleosa (carbonização oleosa)
Esta situação indica problemas graves no cabeçote do motor e possivelmente um serviço de retífica será necessário. Os eletrodos ficam cobertos por uma camada de óleo e carvão, o que indica excesso de óleo do motor passando para a câmara de combustão por desgaste ou defeito nos anéis de pistão e/ou guias de válvula. Sintomas:
- Dificuldade na partida do motor, principalmente quando ainda estiver frio.
- Motor falha quando em rotação de marcha lenta.
Resíduos de Chumbo
Manchas amareladas, principalmente em volta do isolador, indicam muita concentração de chumbo no combustível que NÃO deve ser de boa qualidade justamente por isso. Com o aumento da temperatura na câmara de combustão estes resíduos tendem a tornar-se condutores elétricos anulando a funcionalidade da vela e causando falhas na ignição (ou seja, na faísca). Nesse caso, nem adianta tentar limpar as velas, pois o chumbo já deve ter-se vitrificado sobre a cerâmica do isolador. Trocar o posto onde você abastece também deve ajudar.
Sintomas:
- Falhas na faísca de ignição, principalmente em velocidades mais altas.
Outros Resíduos e Impurezas
Aditivos do óleo e/ou do combustível podem deixar resíduos “incombustíveis” (que não são queimados) na câmara de combustão. Estes resíduos pode ser visíveis nos pistões, válvulas, cabeçote e na própria vela. Ocorre especialmente em motores com consumo de óleo acima do normal ou abastecidos com combustível de má qualidade. Limpeza e uma boa regulagem do motor pode resolver o problema.
Sintomas:
- Perda de potência do motor.
- Danos ao motor e cabeçote.
Superaquecimento
São vários os motivos que podem causar o derretimento do eletrodo central, fundindo-o parcialmente. Os mais comuns são: uso de velas incorretas (muito quentes), resíduos (sujeira) na câmara de combustão, válvulas defeituosas, ponto de ignição desregulado (adiantado), mistura ar combustível muito pobre, distribuidor com defeito, combustível de má qualidade ou velas mal instaladas/apertadas.
Sintomas:
- Perda de potência do motor.
- Falhas na faísca de ignição.
- Danos ao motor.
Eletrodo Central Fundido
O derretimento do eletrodo central pode se agravar por conta do superaquecimento da câmara de combustão, causando trincas e quebras no pé do isolador. As causas ainda são as mesmas mas os danos ao motor já podem ser maiores. Neste caso, será necessário revisar o motor e os sistemas de ignição e alimentação.
Sintomas:
- Perda de potência do motor.
- Falhas na faísca de ignição.
- Danos ao motor.
Eletrodos Central e Lateral Fundidos
Neste ponto, a combustão se dá por incandescência, ou seja, não há mais faísca e a alta temperatura faz com que o combustível queime. O uso contínuo de velas e combustíveis inadequados podem fazer as velas chegarem a este estado.
Se o motor ainda não quebrou neste ponto, você ainda deverá estar percebendo sintomas como:
- Perda de potência do motor.
- Falhas na faísca de ignição.
- Danos ao motor.
Isolador trincado ou quebrado
Aditivos agressivos adicionados ao combustível podem causar corrosão do eletrodo central e, com o tempo acabar trincando o isolador, assim como muita fuligem de combustão acumulada entre o isolador e o eletrodo central.
Também é muito comum que este dano seja causado pelo uso de ferramentas inadequadas na manutenção das velas, por exemplo, usar uma chave de fenda para afastar os eletrodos. Com o isolador quebrado a faísca salta do eletrodo central direto para a carcaça lateral da vela.
Sintomas:
- Dificuldade na partida do motor.
- Falhas de ignição.
IMPORTANTE:
Note que é possível perceber-se os mesmos sintomas causados por problemas diferentes. Por isso, é importante que seu mecânico de confiança dê sua opinião sobre o que pode estar causando estes problemas.
Em qualquer uma destas situações, aproveite para substituir o jogo de velas do seu carro por velas de ignição novas, verificando a aplicação correta descrita na embalagem.
Nunca reaproveite velas danificadas. Limpar, lixar ou aproximar os eletrodos não devolverá a sua funcionalidade corretamente. Lembre-se de que existem ferramentas específicas para remoção e instalação das velas e o torque de aperto varia de um modelo para outro. Então, se você não tiver o equipamento adequado, deixe que seu mecânico faça este procedimento para você.