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Amazon distribui mais de 30 games e aplicativos Grátis


A Amazon está oferecendo 33 jogos e aplicativos gratuitos para Android, dentre eles podemos encontrar alguns títulos como Monopoly, Star Wars: Angry Birds 2, Uncanny X-Men: Days of Future Past e muitos outros. O que está esperando?

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VEJA A LISTA COMPLETA CLICANDO AQUI!


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O cubo mágico do Ouya é a porta de entrada para um universo alternativo.


“Obrigado por acreditar”, era o que dizia o enorme cartão de agradecimento dentro da caixa do Ouya. A plaquinha vermelha de plástico foi a primeira coisa que vi quando abri a embalagem do console. Foi também a primeira amostra da filosofia por trás da pequena plataforma independente baseada no sistema Android, e que cuidadosamente aproveitei nos últimos dias.

Fiquei bastante surpreso como o Ouya pode ser útil se você realmente se interessar por jogos independentes e emuladores. Mexer na plataforma é rápido e fácil, apesar dos problemas com o controle. Mas antes entrar nos detalhes do console, eu gostaria de lembrar que foi um verdadeiro drama receber meu Ouya em casa.

A história começou quando eu apoiei o projeto no Kickstarter em julho de 2012. Na época, a campanha bateu a marca de US$ 5 milhões arrecadados em apenas 10 dias, um recorde considerável na história do site de financiamento coletivo, e finalmente estacionou em mais de US$ 8 milhões. Escolhi um pacote básico com um controle adicional, já que sempre é bom dividir essas experiências com outros camaradas.

A previsão era de que as primeiras unidades do Ouya seriam enviadas aos desenvolvedores no fim do ano passado. Segundo alguns relatos em fóruns, o dev kit ainda era muito precário: o controle dava muito problema de sincronização e também sofria de outros defeitos de funcionalidade, enquanto que o console em si às vezes só funcionava se colocado de lado, como eu fazia com o velho PlayStation 2 destravado da minha adolescência.

Julie Uhrman, a CEO do Ouya, prometeu que esses problemas seriam resolvidos na versão final que estaria nas prateleiras quando o console fosse lançado oficialmente em 25 de julho de 2013. Teoricamente, os consoles endereçados aos apoiadores do Kickstarter receberiam logo antes do Ouya finalmente chegar às lojas. Eles só não conseguiram prever o caos que seria fazer todas as entregas internacionais. Infelizmente, esse era o meu caso e o de grande parte dos apoiadores da campanha.

Depois de três ou quatro meses de trocas de email, enrolação (por parte deles), preguiça (por minha parte) e ligações para as centrais dos correios na região, fui resgatar o pacote no fim de agosto [inclusive, não deixe de ouvir o nosso unboxing em áudio do console]. Que começassem, então, os tempos de Ouya.

Cubo mágico

O Ouya vem em uma embalagem completamente diferente de qualquer outro dvideogame que eu já vi. É uma caixa preta fosca de papelão, do tamanho de uma de sapato. Você abre, tem o cartão de agradecimento, e logo ali está o pequeno bloquinho cinza e seu controle. Embaixo deles, o manual, a fonte e o cabo de HDMI.

O console em si é do tamanho de um punho (contando que você não tenha pequenas mãos de macaquinhos). Ele é bem leve e preenche toda uma mão. As conexões externas estão concentradas em uma pequena faixa de plástico na parte de trás do console. Tudo bem básico: entradas de HDMI, USB, cartão SD, ethernet e a da fonte elétrica. Quando tudo estiver ligado, você aperta o discreto botão logo no topo do cubo arredondado. O botão vai ligar como um micro-holofote projetando o símbolo em U do Ouya. E ele fica uma graça ligado na estante! Seria uma injustiça não dividir isso com vocês.

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O visual é tão minimalista quanto o resto de todo o seu conceito, com um acabamento que imita aço escovado. Apesar do tamanho, ele não passa a impressão de ser frágil, principalmente por conta do seu material e design – o exato oposto do controle.

O mais miserável problema do Ouya é o seu controle. Não é uma questão de conceito de design, mas de execução. Ele é certamente anatômico, lembrando bastante o conforto do controle do Xbox 360, mas a forma como posicionaram a bateria não faz muito sentido. Ele usa duas pilhas AA, uma de cada lado. Para ter acesso a elas, você tem que tirar as duas partes de cima do controle. Por conta do encaixe frouxo dessas peças, os quatro botões principais O, U, Y e A frequentemente afundam e ficam presos dentro dessas partes.

Além disso, o controle sofre de um lag irritante quanto você está a mais de dois metros de distância do console. Jogar TowerFall (ou qualquer outro jogo de ação, na verdade) sentado no sofá da sala era um teste de paciência. Cada comando demora quase um segundo para ter feedback na tela, o que mata qualquer game que precise de movimentos e decisões rápidas. Pra completar, o touchpad bem no centro do controle só atrapalha e não funciona com muita precisão.

Se não fosse possível sincronizar controles do Xbox 360 e do PlayStation 3 (o que também não é uma solução perfeita), talvez o Ouya nunca tivesse saído da fábrica. É um erro tão grotesco de produção que esse maldito controle poderia ser a morte de todo o projeto. Realmente espero que eles consertem isso nas próximas versões.

Play, Discover, Make, Manage

Durante toda a experiência que passei na última semana com o consolinho, sempre me batia na cabeça a ideia de simplicidade em tudo o que estava ali. Mas a parte que mais consegue canalizar esse conceito é o sistema operacional.

Desconfio que esse minimalismo da interface se deve principalmente pelo Ouya ser baseado em Android, mas isso não tira o mérito do design do OS. A tela principal mostra o game que você jogou mais recentemente no topo, ao lado de sugestões da loja de apps. Embaixo, mais quatro opções: Play, Discover, Make, Manage. Por enquanto, não há a opção de português nos idiomas do console.

Home screen da versão de desenvolvedor
Home screen da versão de desenvolvedor

‘Play’ é onde você encontra sua biblioteca de jogos, agrupados em duas fileiras contínuas de ícones de cada um deles. É só escolher um e em segundos você já pode jogar. Não é só uma questão de design. Tudo é feito para ser usado rapidamente. O tempo que você demora entre ligar o console e começar a jogar é de menos de 10 segundos.

A loja do Ouya fica na seção ‘Discover’, onde você vai encontrar jogos de todos os tipos. A disposição das imagens de capa dos games me lembrou do Netflix, já que está tudo dividido em categorias muito específicas. Lá tem desde TowerFall, Sine Mora Final Fantasy III, até projetos experimentais que usam diferentes conceitos de jogabilidade (vou falar de todos eles mais pra frente também).

Eles também simplificaram o processo de compras dos apps. Todos os games podem ser baixados de graça – é só apertar o botão download e esperar baixar. No entanto, alguns aplicativos são pagos, mas você só faz a compra dentro do jogo. Isso faz com que você acaba baixando um monte de coisa que nunca nem se preocuparia em experimentar se não fosse completamente de graça e acessível, e acidentalmente acaba conhecendo algumas coisas bacanas.

No entanto, quando escolheram não fazer distinção entre demo e jogo completo (o que pode ser bom para quem está acostumado com o ambiente mobile), a equipe do Ouya acaba confundindo quem está acostumado com lojas online mais tradicionais, como a PSN ou a XBLA. Especialmente porque ele nem mesmo menciona de antemão se aquilo que você está baixando é gratuito ou não. O único jeito de descobrir é procurando pela opção de “versão completa” ou “compre” no menu dentro do game.

Voltando à home do sistema, as outras duas opções são ‘Make’ (ala de desenvolvimento do console, onde você pode testar suas builds) e ‘Manage’, que corresponde à parte de configurações.
Quatro opções, quatro seções bem diferentes, mas nada mais que o necessário para a home screen de um console como esse. Simples e eficiente – apesar das confusões.

Dos clássicos aos alternativos

Eu não esperava encontrar um catálogo de jogos tão cheio. Não estou falando de obras de arte ou mesmo de exclusivos; apenas de quantidade. É curioso ver que apenas aparecer nessa plataforma é uma ótima oportunidade para muitos desenvolvedores independentes.

Final Fantasy III
Final Fantasy III

O resultado é que você acaba tendo um cardápio variado que vai desde jogos queridos pela crítica e público, até experiências não muito convencionais, como Just Rain, Amazing Frog, Fist of Awesome, Addiction, Don’t Eat Soap e Get On Top. Inclusive, sair desbravando a lista de jogos do Ouya, se perdendo pelos aplicativos independentes, experimentais, excêntricos ou simplesmente desconhecidos, é um passatempo por si só. Por isso, foram justamente esses games que mais me chamaram a atenção até agora.
Get On Top, por exemplo, é a perfeita adaptação de guerra de dedão para os games. Talvez isso nunca precisasse de uma adaptação, mas esse não é o ponto. No jogo, você e um oponente tentam um derrubar ao outro. O primeiro que bater a cabeça no chão morre. Bennet Foddy, o criador do game, também desenvolveu QWOP. O design de Get On Top é ainda mais enxuto. Se quiser, você pode jogar uma versão web aqui.

Addiction é outro jogo que eu curti bastante nesses dias. A ideia é um tanto complexa e dramática: experimente a sensação de ser viciado em drogas; mas a execução não poderia ser mais simples. Você controla os movimentos de um quadradinho de 10×10 cm e deve evitar que ele seja engolido por um buraco negro do outro lado da tela. O problema é que você pode fazer pontos se chegar mais perto do buraco. Quanto mais perto, mais pontos. Se você não tomar cuidado e encostar no buraco, já era. Uma ótima maneira de descrever qualquer tipo de atração irresistível e destrutível de um vício.

Games como esses são as verdadeiras joias da coroa do Ouya. Eu definitivamente gastei muito mais tempo rindo com os amigos curtindo os projetos mais experimentais do catálogo do que qualquer outro jogo tradicional e estabelecido. Rolaram pequenos campeonatos instantâneos de Get On Top, fiquei horas contemplando a dureza de Addiction, a vista ficou turva depois de muito tempo na frente de Acid Trip e eu juro que ainda estou aprendendo a jogar Amazing Frog, mas é muita treta.

Fist of Awesome
Fist of Awesome

Definitivamente o Ouya não era o console que eu pensei que se tornaria. Imaginei que veria mais games independentes já consagrados, como Braid, Super Meat Boy e outras pérolas que rondam o catálogo do Steam há anos, mas a adesão dessa galera não foi tão grande quanto eu esperava. Compreendo que a base instalada de Ouyas deveria ser muito maior do que ela é hoje – eles ainda não bateram a marca de 100 mil unidades – para valer a pena para os desenvolvedores adaptarem seus games para o console. Mesmo assim, ainda acredito que a loja do Ouya tem potencial para se tornar um porto seguro dessa geração de indies, não só dos experimentais, mas também dos comerciais.

É muito importante ter na cabeça que o Ouya é um console alternativo, acima de qualquer coisa. Se você for atrás dele porque quer jogar grandes nomes do independente, muito provavelmente irá se decepcionar (mais ainda se achar que é uma plataforma pra concorrer com PS3 ou Xbox – são classes completamente distintas de console). Mas se o que você está procurando é uma experiência diferente de qualquer outra que esteja agora no mercado, com certeza irá se divertir que nem criança.

Vejo gente arrotando com frequência que game é arte, mas sempre deixa de lado a cena experimental e seus joguinhos malucos e não convencionais. Com alguns ajustes e ponderações na sua próxima geração, o Ouya pode se tornar exatamente a porta de entrada para um mundo completamente novo e alternativo que tanto precisamos em um cenário acostumado com gêneros e conceitos pré-definidos.

Se quiser, pode comprar um Ouya agora mesmo na loja virtual do console.


Eu Vi Aqui:   Original por  
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TUTORIAL – Atualizar Dash Por Pendrive do Xbox live

Fala pessoal vou ensinar como instalar dash pelo pendrive pra quem ta tendo problema em baixar da xbox live


Primeiro baixar esse arquivo a baixo:


http://download.microsoft.com/download/C/3/9/C39534C0-F579-4B74-8DDE-94CA3A298ABE/SystemUpdate_16537_USB.zip

depois em seu computador com o pendrive ja ligado va em computador disco removivel no meu caso a letra atribuida a ele

é (G:) mais pode ser outro, clique no bot?o direito va em formatar:


imagem 2


imagem 1

na aba de formatar se tiver escrito ntfs mude pra fat32
e va em formatação rapida e depois em iniciar

imagem 3

Feito isso abra o arquivo que agente baixo la no come?o siga o procedimento das imagens abaixo lembrando sempre
que meu pendrive foi atribudo com a letra (G:) mais pode ser diferente ai no seu pc.

imagem 4

feito isso coloquei o pendrive no seu xbox desligado, quando liga-lo pedira tela de atualizacão dai e só
dar ok e deixar atualizar


creditos: BRUNO

Eu Vi Aqui:   Original por  Furia Games 360 
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Lançamento Microsoft monta PC gamer capaz de rodar jogos em 12K [vídeo]

Microsoft monta PC gamer capaz de rodar jogos em 12K. Configuração custou um total de 15 mil dólares e utilizou três monitores 4K para atingir resultados. Vamos dar uma olhadinha?

Você acha seu PC gamer incrível só porque ele consegue rodar jogos em 1080p com alto nível de qualidade gráfica e a taxas de 60 quadros por segundo? Pois saiba que a Microsoft criou um computador com configurações que fariam até mesmo sua máquina se envergonhar.

Isso porque a máquina desenvolvida por eles foi capaz de rodar games à absurda resolução de 12K, com a ajuda de três monitores 4K trabalhando em conjunto. O resultado, como você pode ver no vídeo acima, é simplesmente impressionante, trazendo o game DiRT 3 com gráficos absurdamente detalhados.

Jogando com apenas uma das telas 4K, o game ficou ainda mais bonito: embora sem a vantagem da visão panorâmica, foi possível rodar DiRT 3 na qualidade máxima e ainda manter tudo rodando a uma taxa de mais de 100 quadros por segundo, em média – de fato, segundo os registros de Gavin Gear no Extreme Windows Blog, o título chegou à marca de 150 fps.

Qualidade distante

Por mais que esse resultado seja realmente incrível, o fato é que você não deve esperar ver pessoas com máquinas como essa tão cedo. Em primeiro lugar, um computador como esses custou a bagatela de 15 mil dólares (R$ 33,6 mil) para ser montado, com um hardware que incluía nada menos que três Radeon 7970 em Crossfire.

Microsoft monta PC gamer capaz de rodar jogos em 12K [vídeo]          

AmpliarPara comportar as placas, fonte teve que ficar fora do gabinete (Fonte da imagem: Reprodução/Extreme Windows Blog)



Em segundo lugar, praticamente nenhum game está preparado para suportar tamanha resolução. Tanto que Gavin teve que pedir a ajuda da AMD para criar um driver especial para trabalhar com o hardware que ele estava utilizando; mesmo assim, o jogo rodava a míseros 8 quadros por segundo, até que eles se viram obrigados a utilizar a terceira 7970.

Passando todos esses obstáculos, Gavin encontrou um último problema: tal configuração consumia tanta energia que a fonte utilizada na máquina simplesmente não foi capaz de aguentar, desligando após poucos minutos de jogo. É, parece que realmente é melhor nos contentarmos com o 1080p, por enquanto.


 Eu Vi Aqui: Extreme Windows Blog


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um dos maiores hackers do mundo virou partidário do robozinho da Google, Geohot leva poucas horas para fazer root no Galaxy S4 Active

Desbloqueio foi feito pelo mesmo responsável por liberar o iPhone e o PS3.

Quem gosta de liberdade no Android e não perde a chance de rootear o aparelho pode comemorar, pois parece que um dos maiores hackers do mundo virou partidário do robozinho da Google

Geohot leva poucas horas para fazer root no Galaxy S4 Active                 Geohot foi o primeiro a rootear o S4 Active (Fonte da imagem: Reprodução/XDA-Developers)



Quem gosta de liberdade no Android e não perde a chance de rootear o aparelho pode comemorar, pois parece que um dos maiores hackers do mundo virou partidário do robozinho da Google.
George Francis Hotz, muito mais conhecido pelo apelido “geohot”, conseguiu criar um aplicativo capaz de rootear o novíssimo Samsung Galaxy S4 Active.
Tudo começou com um tópico no famoso fórum XDA-Developers. Lá, alguns usuários criaram uma vaquinha para levantar um prêmio para quem conseguisse realizar o root no smartphone. Não demorou até que, sem qualquer anúncio, geohot aparecesse com algumas imagens mostrando o aparelho já desbloqueado.

Sem muito trabalho

Segundo a postagem do próprio geohot, ele conseguiu desenvolver o processo enquanto voltava para casa após uma temporada na praia, assim ele comprou o aparelho e já fez o desbloqueio no mesmo dia. O detalhe serve para mostrar a competência do jovem na hora de conseguir fazer o root.
Vale lembrar que Hotz é muito famoso no "mundo dos desbloqueios". Além de enfrentar processos da Sony por ter conseguido liberar o PlayStation 3, ele também faz parte do time que conseguiu desbloquear o iPhone e criar porta de acesso para o Jailbreak.

Não é por acaso que muitos usuários comemoram o fato de o root ter sido conseguido por ele e há diversas manifestações torcendo para que geohot continue a trabalhar com Android – e com o Galaxy S4 Active. O root é feito por um APK, que pode ser baixado por este link. Já as devidas instruções podem ser conferidas aqui.


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Como fazer seu console indie que recebeu 8 milhões de dólares de financiamento perder a força antes mesmo de ser lançado? Aprenda com o OUYA:

Como o OUYA falhou em corresponder ao hype

A trajetória do console que passou de revolucionário a motivo de piada na internet

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Foi lançado em lojas americanas, canadenses e inglesas nessa semana o OUYA, console baseado em Android que é um dos maiores sucessos do Kickstarter: ele arrecadou mais de 8,5 milhões de dólares ao longo da campanha.

A proposta é sedutora: ele é voltado para jogos indies, o que facilita também o desenvolvimento e a publicação de games novos. Com isso, já chegou às lojas com mais de 170 games disponíveis, todos gratuitos. E custa só 99 dólares, um alívio para os bolsos de todo mundo comparado ao Xbox One e ao PlayStation 4. Durante a campanha, as cotas de 95 dólares já davam ao backer a garantia de que receberia o console em casa meses antes de chegar às lojas. Três meses, mais especificamente, já que ele estava prometido para esse grupo para março.


Então, o OUYA finalmente chegou às grandes redes de games e eletrônicos: BestBuy, Gamespot, Target, Amazon (na última, está esgotado). Isso seria apenas o curso natural das coisas, se não fosse o inaceitável fato de que, até hoje, muitos dos que apoiaram o projeto no Kickstarter não receberam o console até agora.

Para ajudar, as reclamações quanto ao suporte só aumentam, especialmente em relação à falta (ou ausência) de comunicação. Um e-mail enviado para o suporte recebe a mensagem automática de que a resposta vai demorar entre dois e três dias úteis. Sinal de que a demanda está grande – o que também é um mau sinal.
Onde foi que o OUYA, que tinha tudo para ser o maior exemplo de que crowdfunding dá certo em proporções gigantescas, errou na mão?

Foram uma série de fatores que contribuíram para a derrocada do hype do OUYA. Todos validando ditados populares que nossas mães repetiram a vida toda e sempre insistimos em ignorar.

Um passo maior que a perna

A gente costuma achar que ter dinheiro resolve todos os problemas da vida, especialmente quando você é um desenvolvedor que tem uma ótima ideia e nenhum capital para colocá-la em prática.
Quando há investidores, significa que há pessoas esperando resultados. E, no caso de crowdfunding, quanto mais dinheiro, mais gente esperando resultados. Aumenta a expectativa, a cobrança e, dependendo do caso, a demanda – já que, além de apoiar financeiramente uma ideia na qual você acredita, normalmente as cotas mais procuradas são as que darão aos backers o produto final.

Acontece que uma empresa pequena tem a capacidade de produzir uma quantidade limitada de produtos. No final da campanha do Kickstarter, o OUYA já tinha quase 60 mil unidades comprometidas, além das destinadas às lojas físicas.

Então, há uma “superlotação” de pedidos e a empresa não dá conta de todos, seja na fabricação (há vários relatos de consoles entregues com defeito) ou no transporte. Os clientes ficam insatisfeitos e reclamam no suporte, que fica sobrecarregado  e não consegue responder ninguém, seja a respeito de data de envio, de reembolso ou problemas técnicos. A coisa toda vira uma bola de neve de problemas que nem se sabe por onde começar a resolver.

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A voz do povo é a voz de Deus

É um longo caminho de Hong Kong até qualquer lugar do mundo (ironicamente, inclusive a própria Hong Kong; li um tuíte para a empresa em que um homem reclamava de ainda não ter recebido seu OUYA… e ele mora lá), mas alguns backers conseguiram receber seus consoles antes do lançamento. Foi quando começaram a surgir os primeiros reviews na internet.
E eles não foram nem um pouco animadores.

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O The Verge deu nota 3,5 para o console e o considerou inacabado; o Engadget, que testou a versão de desenvolvedor, concordou e acrescentou que o OUYA precisava de muitas melhorias antes de ser lançado nas lojas; o Digital Foundry se perguntou “ por que gastar 99 dólares em outro aparelho quando você pode ter o mesmo resultado no seu celular?”. A resposta da CEO Julie Uhrman foi, basicamente, a que todo mundo já esperava (e, inclusive, apontou nos reviews): as primeiras versões ainda estavam sendo aprimoradas antes do lançamento oficial.

Isso sem contar nos comentários soltos pela web de pessoas que receberam o console e relataram problemas para conectar ao Wi-Fi, controles que não funcionavam, etc.

O sucesso do OUYA foi, nesse ponto, também uma causa de sua derrocada. Afinal, todo mundo estava esperando para saber como era o tal console indie, então os reviews foram recebidos não como as avaliações de um produto em fase beta, mas como a versão final, de consumidor, seria.
Além disso, a gente sabe como as pessoas podem ser cruéis na internet.

O OUYA passou de um console indie que estava buscando uma direção com ajuda de seus apoiadores para uma bela dor de cabeça e motivo de piada.

Cão que ladra não morde, mas dê tempo ao tempo

O OUYA foi apresentado como um console revolucionário, não em hardware, mas em tudo o resto. Apesar das configurações simples, ele tinha (ou melhor, tem) a proposta de levar os jogos indies para a sala de estar, para concorrer com tempo na TV com os consoles de grandes fabricantes (vocês sabem quais).
O console se apoiou no alto preço dos outros consoles e seus jogos para cativar os gamers. São apenas 100 dólares e uma infinidade de jogos gratuitos, além da facilidade de desenvolver para a plataforma – ou seja, novos games o tempo todo por apenas 100 dólares iniciais.

Ainda não deu tempo para surgirem jogos exclusivos para o OUYA e, por enquanto, ele se apoia nos existentes para Android para viver.

Não é o bastante. E é difícil deixar de ser cético e acreditar que, algum dia, será. A impressão que fica é que será apenas um console baratinho para jogar os games do smartphone na televisão, que vai ter graça só enquanto for brinquedo novo.

Mas a verdade é que não deu tempo nem dos financiadores receberem seus consoles e eles ainda receberão atualizações que, esperamos, mostrem o que o OUYA veio fazer em casa. O que também revela que, de fato, o console foi lançado inacabado – muito inacabado. Isso, somado à frustração de não ter recebido a encomenda no tempo prometido, a um suporte pouco eficiente e ao balde de água fria nas expectativas de como ele é na prática, faz com que o hype do OUYA esteja terminando antes mesmo do pacote sair de Hong Kong.

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Chineses descobrem como gravar 1TB em um DVD


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Na teoria o DVD só permite o armazenamento de apenas 4,7GB.  Mas, essa teoria não se aplica para três cientistas chineses que conseguiram compactar e armazenam 1 TB na mídia de DVD.

Eles descobriram que a limitação de espaço do DVD é criada baseada no tamanho do laser que grava os dados na mídia. O Blu-ray, por exemplo, diminuiu o tamanho desses lasers, com raios de luz azuis, que são menores. E isso faz com que a mídia armazene mais dados.

O que os três cientistas descobriram foi uma forma de quebrar esses lasers em partículas menores. Usando dois raios de luz, sendo que um cancela o outro. O que faz aumentar significativamente a capacidade de armazenamento na mídia.

Essa tecnologia, porém, tem muita pesquisa pela frente até que chegue aos consumidores. Um dos fatores a serem descobertos, por exemplo, é como ler esses dados gravados no disco.

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Eu Vi Aqui:    Nature
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Descubra se a sua máquina é capaz de rodar Mortal Kombat Komplete Edition

Pronto para a porradaria no PC? 


Site de vendas divulga lista com os requisitos mínimos da versão para PC do game de luta lançado em 2011.

 
Descubra se o seu PC é capaz de rodar Mortal Kombat Komplete Edition 
(Fonte da imagem: Reprodução/Baixaki Jogos)


O anúncio de que o último game da série Mortal Kombat seria lançado para PC deixou muitos fãs da série animados.
O game, que chegou aos consoles em 2011, está para ser lançado para PC em formato digital no dia 3 de julho e, em formato físico, em agosto. A loja online Green Man Gaming divulgou as especificações mínimas e recomendadas para a instalação do game, mas já removeu a página do ar.
Porém, alguns usuários do site Evil Avatar foram mais rápidos e conseguiram coletar as informações. Veja se o seu PC pode rodar o novo Mortal Kombat:
Configuração mínima:
  • Sistema Operacional: Windows Vista, Windows 7 ou Windows 8;
  • CPU: Intel Core Duo 2,4 GHz / AMD Athlon X2 2,8 GHz;
  • Memória: 2 GB;
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce 8800 GTS / AMD Radeon 3850;
  • DirectX 10.
Configuração recomendada:
  • Sistema Operacional: Windows Vista, Windows 7 ou Windows 8;
  • CPU: Intel Core i5 750 2,67 GHz / AMD Phenom II X4 965 3,4 GHz;
  • Memória: 4 GB;
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 560 / AMD Radeon HD 6950;
  • DirectX 11.
Mortal Kombat Komplete Edition inclui todos os personagens do game original mais os quatro lutadores extras que chegaram via DLC. A surpresa na lista de requisitos recomendados é a exigência de DirectX 11, o que sugere que o port para PC pode contar com visuais melhores que aqueles que chegaram aos consoles.

Eu Vi Aqui: :  Evil Avatar


 
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[E3 2013: todas as novidades sobre o PlayStation 4] Veja os principais trailers de games anunciados e os momentos que mais marcaram a apresentação da Sony na feira


Muitos jogos, design do novo console e provocação feita à empresa rival marcam apresentação pré-E3 da Sony.

Cobertura comentada


A Sony fechou sua apresentação pré-E3 2013 em clima de batalha. Mesmo com muitos jogos e novidades para o PlayStation 3 e PS4 – e até mesmo com a revelação tão aguardada do design de seu novo console – o principal destaque foi mesmo a grande provocação feita à Microsoft e sua política em relação ao online e aos jogos usados no Xbox One.

No palco, o presidente da Sony Computer Entertainment America, Jack Tretton, fez uma afirmação clara: nós respeitamos vocês, senhores gamers. E anunciou algo que foi aplaudido de pé pelas muitas centenas de jornalistas que estavam presentes no evento. No PlayStation 4, nada de bloqueio a títulos de segunda mão. Os jogos físicos são seus e você pode fazer o que quiser com eles.


Além disso, o novo console da Sony não vai exigir conexões constantes. Autenticações online não serão necessárias e os adeptos da jogatina single player poderão fazer uso dos jogos desconectados perfeitamente, sem o risco de bloqueios pela ausência de internet. Mais um ponto positivo para a empresa que afirma fazer o possível para conquistar a confiança de seus clientes, ao mesmo tempo em que diz levar seus consumidores à sério o tempo todo.

Temos um console

E também o preço

E3 2013: todas as novidades sobre o PlayStation 4 (Fonte da imagem: Reprodução/Sony)

Outro grande destaque da conferência da Sony na E3 2013 foi a revelação da aparência do PlayStation 4. O console, anunciado em fevereiro, não havia dado as caras até agora, com a empresa afirmando a quem quisesse ouvir que o que realmente importa é o que está dentro dele e não a “caixa” em si.

Para sua nova plataforma, a Sony também apostou no visual quadrado e preto que tem sido a tônica do design de produtos da atualidade. O monólito exibido por Andrew House, CEO da Sony Computer Entertainment, apresenta bordas tortas e tem um design que lembra bastante o antigo PlayStation 2, o console mais bem-sucedido da companhia. Um paralelepípedo em itálico, diriam alguns.

E3 2013: todas as novidades sobre o PlayStation 4 
(Fonte da imagem: Reprodução/TheTimes)

O tamanho do console acabou sendo uma surpresa. Apesar de ainda não ser possível ter uma noção exata de suas dimensões, o aparelho que surgiu nas mãos de House não aparentou ser maior que o PlayStation 3 e mostrou ser mais fino, gerando uma economia de espaço considerável. O design foi criado para funcionar tanto em pé quanto deitado, permitindo que os gamers melhor adequem o aparelho à estante de casa.

Uma segunda informação que todos estavam esperando também foi revelada no palco da Sony. O PlayStation 4 chega ao mercado norte-americano no final de 2013 por US$ 399, um valor que equivale a cerca de R$ 850, sem contarem os impostos. A data de chegada a outros territórios ainda não foi revelada.

Conteúdo digital para todos

Indies, filmes e DLCs

Apesar de ter demonstrado grande apoio ao mercado físico e aos jogos em disco, o mundo digital é um dos grandes pilares da Sony. A empresa pretende expandir ainda mais a oferta de serviços via download ou streaming e nem mesmo vai esperar a chegada do PlayStation 4 para isso. Muitas das novidades estarão disponíveis também para os donos de Vita e PS3.

O Gaikai – empresa de jogos nas nuvens adquirida pela Sony em 2012 – mostrou-se mais uma vez como uma forte parceira nesse projeto de crescimento. A partir do ano que vem, o serviço será utilizado para oferecer aos jogadores do PS3 e PS4 uma extensa biblioteca de títulos do portfólio da companhia japonesa. O recurso chega primeiro aos consoles de mesa e, mais tarde, aterrissa no portátil.


A parceria com desenvolvedoras independentes continuará sendo um dos grandes motores da estratégia digital da Sony. Na geração atual, muitos foram os hits indies lançados no PlayStation 3, como foi o caso de Limbo, Braid e Journey. Agora, a empresa pretende abrir ainda mais a porta para os produtores menores e reduzir as barreiras para criação e lançamento de jogos no PS4.

Opções de entretenimento também fazem parte do pacote. Michael Lynton, presidente do setor de entretenimento da Sony, subiu ao palco para anunciar a criação de um pacote com produções dedicadas exclusivamente ao PlayStation 4. A ideia é criar algo aos moldes do que o Netflix vem fazendo e criar conteúdo voltado especificamente para os gamers.
E3 2013: todas as novidades sobre o PlayStation 4 
(Fonte da imagem: Reprodução/Sony)

E falando em acordo com empresas, as exclusividades continuarão a ser um ponto forte. Diablo III, por exemplo, chegará aos consoles de mesa da Sony com DLCs exclusivos, enquanto Grand Theft Auto V terá seu próprio bundle com o PlayStation 3, acompanhado também de uma versão exclusiva do fone de ouvido oficial da Sony.

A expectativa é grande. De acordo com a gigante japonesa, 140 jogos estão atualmente em desenvolvimento para o PlayStation 4, sendo que 100 deles chegarão ao mercado apenas no primeiro ano de vida da plataforma. Entre ofertas digitais, títulos independentes e grandes franquias, parece que não ficaremos sem ter o que jogar tão cedo.

Falando nisso...

Discos para acompanhar

Apesar de não ter sido tão carregada de jogos, a conferência da Sony na E3 2013 contou com uma boa batelada de lançamentos que, logo menos, darão as caras no PlayStation 3, PS4 e Vita. Aqui, selecionamos os que mais chamaram a nossa atenção:




Eu Vi Aqui:  Baixaki Jogos
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Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações?

Os três video games de oitava geração disputam em números para ver quem leva a taça de mais robusto.





Finalmente, a Microsoft apresentou ao mundo sua máquina para entrar na corrida da oitava geração de consoles. O Xbox One vem para competir diretamente com o PlayStation 4 e com o Wii U. Até o momento não sabemos como ele se sai na prática, mas, com base nos dados divulgados, podemos ter ideia do potencial do aparelho.
Resolvemos coletar dados mais específicos para sabermos como esses aparelhos se saem na briga pelo posto de video game mais robusto. Agora, você confere quais as vantagens e desvantagens de cada um — e o que isto implica na hora de rodar os jogos. Chega de papo e vamos para as batalhas.

PS4 e Xbox One: quase o mesmo cérebro

Durante muitos meses, você pôde conferir, no Baixaki Jogos e no Tecmundo, uma enxurrada de rumores sobre os novos video games da Microsoft e da Sony. Diversos boatos apontavam que as duas companhias apostariam nas tecnologias da AMD para os processadores de seus consoles de oitava geração.

Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações? 
APUs da AMD serão usadas no PS4 e no Xbox One (Fonte da imagem: Reprodução/Tested)

Agora, que já conhecemos as verdadeiras especificações, temos a certeza de que as duas gigantes dos video games apostaram na mesma fabricante. Parte da estruturação dos componentes foi desenhada pela Microsoft (no caso do Xbox One) e pela Sony (para seu respectivo console), contudo, os núcleos e demais elementos no interior dos chips foram preparados pela AMD.

Com o recente anúncio do Xbox One, podemos saber que os dois consoles vão trazer cérebros quase idênticos. A unidade central de processamento dos dois aparelhos é baseada na arquitetura AMD Jaguar. Os processadores vão contar com oito núcleos, os quais devem operar com frequência de 1,6 GHz — e cogitam-se clocks de até 2 GHz.

A quantidade de memória cache é a mesma nos dois dispositivos, o que significa igualdade para o armazenamento temporário de informações auxiliares de processamento. Além disso, o processo de fabricação indica que a CPU deve alcançar resultados similares e liberar pouco calor.

Wii U aproveita outra arquitetura

O video game da Nintendo é o único aparelho da oitava geração que resolveu manter uma ligação com a boa e velha arquitetura da IBM. Trazendo um processador PowerPC 750 com três núcleos, o Wii U acaba ficando atrás na corrida pelo melhor desempenho. Além de ter menor quantidade de recursos, este chip opera em frequência mais baixa, ou seja, são milhões de instruções a menos por segundo.

Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações? Processador do Wii U (Fonte da imagem: Reprodução/AnandTech)

É importante notar ainda que o console da Nintendo conta com memória cache reduzida e uma tecnologia de construção antiga. Claro, sabemos que é uma arquitetura diferente, algo que influencia diretamente na execução dos jogos. Todavia, mesmo a melhor das arquiteturas não pode fazer milagres contra hardwares mais potentes.

Xbox One perde em poderio gráfico


Os SoCs (System on Chip) dos consoles da Microsoft e Sony são muito parecidos, mas as empresas tomaram decisões diferentes na hora de definir como seus aparelhos vão cuidar dos gráficos. Apesar de ambos trazerem a arquitetura Radeon GCN, as características internas são distintas e vão resultar em grandes diferenças de desempenho.

A frequência do chip gráfico é a mesma para os dois aparelhos, porém o PlayStation 4 conta com 1.152 Unidades de Computação (processadores de shader), enquanto o Xbox One utiliza apenas 768 núcleos. A Microsoft relatou que o console oferece oito vezes mais performance que o Xbox 360, mas, na prática, ele deve entregar cinco vezes mais poderio que o antecessor.

Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações? (Fonte da imagem: Reprodução/AMD)

Apesar do número de núcleos não significar necessariamente melhor desempenho, a quantidade de FLOPS (Operações de Pontos Flutuantes) indica claramente que a GPU do Xbox One é 33% mais fraca do que a do PlayStation 4. Em números, pode ser que os gráficos do console da Sony sejam melhores, mas é preciso levar em conta a questão da arquitetura e da tecnologia de renderização — que são bem diferentes.

Wii U não acompanha os concorrentes


Quando o assunto é processamento gráfico, o Wii U entrega visuais mais próximos do que aqueles que vemos no PS3 e no Xbox 360. A GPU do console da Nintendo opera em clock mais baixo, o que já é uma grande desvantagem. Contudo, algo que realmente afeta o desempenho é a redução dos núcleos da GPU — é menos da metade do que existe no Xbox One.

O pior problema mesmo é a quantidade de operações que o chip pode realizar. Segundo o VGChartz, o console da Nintendo alcança no máximo 352 GFLOPS, ou seja, a GPU alcança apenas um terço da capacidade da unidade gráfica do Xbox One e menos de um quinto da capacidade do PlayStation 4.

A memória pode fazer toda a diferença


A terceira característica que queremos colocar em foco é a memória. Nesse quesito, as duas companhias tomaram a decisão certa ao optarem por uma grande quantidade de espaço para dados temporários. Os módulos que totalizam 8 GB de memória RAM em cada aparelho são mais do que suficientes para dar conta de guardar dados do sistema, dos jogos e de apps que rodam em segundo plano.
Essa gigante quantidade de RAM é crucial para que os video games possam trabalhar com grandes pacotes de texturas, utilizem filtros mais avançados e mantenham funções (como o compartilhamento e captura de vídeos) do sistema sempre disponíveis.

Ainda que as duas empresas tenham acertado na quantidade, parece que a Microsoft cometeu uma gafe na hora de definir a tecnologia desses componentes. As memórias DDR3 são muito rápidas e perfeitamente competentes para a maioria das atividades (computadores utilizam essa tecnologia e são mais rápidos que o PS4 e o Xbox One).

Todavia, quando falamos em processamento de gráficos para jogos, qualquer mínima diferença é essencial. Nesse caso, a esperteza da Sony foi trabalhar em uma arquitetura capaz de aproveitar módulos de memória GDDR5 (baseados no padrão DDR3), que são compartilhados para todos os componentes.

Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações? 
Chips de memória GDDR5 serão usados no PlayStation 4 (Fonte da imagem: Reprodução/PCInpact)

Os módulos dos dois video games usam a mesma interface (256 bits), mas o clock elevado de 5.500 MHz no PS4, contra 2.133 MHz do Xbox One, garante a surpreendente largura de 176 GB/s — enquanto o Xbox consegue apenas 68,3 GB/s. Isso quer dizer que a GPU do PlayStation 4 é equivalente a uma Radeon HD 6970.

O truque do Xbox One


Para compensar esse probleminha de lentidão da memória, a Microsoft colocou uma memória auxiliar embutida no SoC de seu console. A memória eSRAM instalada próxima à GPU e à CPU serve para garantir agilidade na troca de informações importantes. Esse componente embutido pode ser compartilhado e aumentar a performance geral do aparelho.

Segundo os detalhes da AnadTech, o Xbox One conta com apenas 32 MB de eSRAM, o que pode parecer — e realmente é — muito pouco. Todavia, se esta memória for usada apenas como um cache, ela é mais do que suficiente para realizar sua tarefa. A largura de banda deste componente chega a 102 GB/s (51 GB/s em cada direção da comunicação interna).

Juntando a largura de banda da eSRAM (102 GB/s) com a da memória RAM (68,3 GB/s) e com a da comunicação entre GPU e CPU (30 GB/s), o cálculo fecha e bate com o número que a Microsoft apresentou: 200 GB/s de largura de banda do sistema.

Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações? 
(Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)

Claro que não funciona dessa forma e foi uma péssima ideia passar apenas esse número para o público, mas foi uma maneira que a companhia encontrou de superar a concorrente. É como se a Microsoft tivesse dois carros: um alcança 80 km/h e outro chega a 120 km/h, e os dois juntos conseguem 200 km/h. Deu para entender a propaganda forçada?

O Wii U apanha muito


Apesar de conseguir superar bonito o PS3 e o Xbox 360 em quantidade de memória, o Wii U sofreu árduas críticas de desenvolvedores por não oferecer largura de banda suficiente para grandes quantidades de dados. Na prática, isso quer dizer que ele tem espaço para guardar muita informação, mas não se comunica de forma rápida com os demais componentes.

Com base nos números de série dos módulos Samsung de memória DDR3 do Wii U, podemos verificar que a Nintendo economizou seriamente nesse sentido. A companhia optou por componentes que trabalham com clock de 1.600 MHz, o que resulta na largura de banda máxima de 12,8 GB/s. Isso é menos de um décimo da capacidade do PlayStation 4. Vergonhoso!

Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações? Módulos de memória RAM do Wii U (Fonte da imagem: Reprodução/AnandTech)

É importante notar que a Nintendo também seguiu uma ideia usada anteriormente (das memórias eDRAM para auxiliar no processamento de dados importantes). A companhia não revelou os dados oficiais deste componente, mas não temos dúvidas de que essa pequena quantia de memória é mais lenta do que a do Xbox One.

Armazenamento indiferente


Apesar de ter apresentado seu console antes, a Sony não revelou qual será o dispositivo de armazenamento do PlayStation 4. A Microsoft, por outro lado, já detalhou que seu aparelho trará um disco rígido de 500 GB — que oferece muito mais espaço do que a memória flash de 32 GB da versão Deluxe do Wii U.
Vale notar que o armazenamento do Wii U promete maiores velocidades, mas, mesmo para os jogos mais robustos, os discos rígidos do PS4 e do Xbox One devem dar conta do recado. Ainda que não saibamos as especificações desses dispositivos, podemos notar, com base em peças de computadores, que até mesmo modelos com pouca memória buffer funcionam bem.

Que vença o mais divertido!


Depois de tantos dados apresentados, podemos dizer que o PlayStation 4 tem as melhores especificações. O hardware mais avançado pode produzir gráficos mais bonitos e executar outras funcionalidades com maior velocidade. No entanto, isso é algo válido principalmente para jogos exclusivos, que podem aproveitar esses diferenciais.

Em teoria, os games multiplaforma devem exibir visuais muito parecidos tanto no Xbox One quanto no PS4. Infelizmente, julgando por essas especificações, não podemos dizer que o Wii U terá capacidades para acompanhar os concorrentes nesse quesito. É importante lembrar que cada console tem um foco diferente, portanto os visuais não são tudo.


E, apesar das desvantagens de um ou outro, vale notar que o mais importante é a diversão, algo que as três companhias sabem proporcionar. Então, qual video game você vai comprar?

Eu Vi Aqui:   Joystiq, ExtremeTech, AnandTech, Wired, Eurogamer, CNET


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Xbox One será lançado ainda em 2013

Microsoft não revela a data de lançamento, mas garante que será em 2013.


Xbox One será lançado ainda em 2013


O evento de apresentação do Xbox One trouxe muitas novidades, mas a Microsoft acabou não revelando informações sobre preço ou uma data específica para a chegada do produto. Apesar disso, a companhia fez questão de relatar que o console será lançado ainda este ano, algo que pode animar os gamers que ficaram empolgados com o anúncio do aparelho.
Conforme a informação de Yusuf Mehdi, vice-presidente sênior de Negócios e Entretenimento Interativo da Microsoft, os futuros títulos do video game serão apresentados durante a E3. Assim, não é de se duvidar que uma data específica seja revelada no evento que está para acontecer no próximo mês.
Há grandes chances de que o Xbox One chegue ao mercado em data próxima ao do lançamento do PS4. Então, qual você pretende comprar?

Eu Vi Aqui:  Microsoft


 
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Você já ouviu falar em internet quântica? Este tipo de rede é utilizada há dois anos e torna a segurança online muito maior e mais avançada



Se você acompanha notícias sobre avanços tecnológicos, sabe que um dos próximos passos na evolução dos computadores é a computação quântica. Dessa maneira, as máquinas do futuro passariam a ser mais rápidas, além de contar com uma capacidade de armazenamento e processamento de dados maior.

Agora, os cientistas do Laboratório Nacional de Los Alamos podem ter desenvolvido a internet do futuro. Os responsáveis pelo projeto já utilizam esse possível substituto há dois anos, com o objetivo de testar o seu funcionamento — e, como algumas pessoas podem ter imaginado, esse novo “produto” é conhecido como internet quântica.

Segurança em um novo nível

Toda vez que alguém tenta medir um objeto quântico, o alvo de estudo se altera — ou seja, é impossível de ser medido. O pessoal de Los Alamos conseguiu aplicar essa característica a uma rede, fato que “turbinou” a segurança deste tipo de conexão e tornou a interceptação de mensagens simplesmente impossível.

O problema é que essa característica também possibilita a comunicação apenas entre dois pontos, de modo que uma terceira pessoa, por exemplo, receberia dados ininteligíveis. No entanto, os pesquisadores conseguiram utilizar um roteador, possibilitando a transmissão de dados entre partes variadas.

Contudo, o único problema é o fato de que toda a segurança fica por conta da central que cuida do roteador. Com isso, qualquer problema nessa área deixaria a rede completamente exposta. Por conta disso, só podemos esperar que as pesquisas futuras consigam resolver mais essa brecha.

Eu Vi Aqui:  


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OCARA ZEROU O JOGO DA COBRINHA! \o/


  se o cara que fez isso estava realmente jogando, sem duvida é asiático, nerd e treinou durante 12 anos pra fazer isso. 
Se estiver parado, clique na imagem:



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Seu celular e sua carteira nunca andaram tão próximos!


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Aconteceu o que todos os fanboys temiam! Em uma modificação genial, um homem conseguiu colocar o PS3, Xbox 360 e Wii U em um só console









PS3, Xbox 360 ou Wii U: qual é o melhor? Uma vez, um sábio me disse: o melhor é ter todos. Pois é, se você tem dinheiro, essa é uma ideia mais do que válida. No entanto, se é para jogar um pouco de cada video game, seria interessante optar por um único console que reunisse o melhor dos três mundos.

Partindo dessa ideia, Ben Heck (um inventor e gênio da eletrônica) resolveu criar um aparelho para todos governar. Em seu mais recente vídeo no YouTube, Heck começa a desmontar os consoles da Sony, Nintendo e Microsoft para criar um “Ultimate Combo Gaming System” com os três video games embutidos.

                                       Fonte: Reprodução/engadget

A ideia do inventor não é apenas colocar os três em uma nova carcaça, mas unir partes do hardware de forma a obter um produto sólido. Por enquanto, Ben Heck divulgou apenas a primeira etapa do processo. Se você tem interesse em fazer a experiência, é recomendado aguardar até que ele mostre como terminar o projeto para ter a certeza de que vai funcionar.

Eu Vi Aqui:   engadget, thebenheckshow
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Tutorial Como limpar o seu teclado para valer


Um periférico fundamental - e tão negligenciado - o teclado precisa de cuidados especiais de manutenção para uma boa higiene e para conservar seu bom funcionamento por mais tempo



 É interessante a concepção de higiene que se criou envolvendo o teclado do computador. Ele é um dos periféricos onde todos os usuários do PC botam, literalmente, suas mãos, e sobre o qual muitos consomem lanches e outros alimentos. Para os usuários do tipo micreiros, até de travesseiro ele pode servir... Mas ao contrário das mãos, que fazemos questão de lavar sempre que podemos, ou dos vidros da janela, que limpamos para evitar o acúmulo de pó, cimentamos uma crença de que os teclados são autolimpantes, ou que não sujam!

Vamos lá, só cá entre nós: qual foi a última vez que você limpou o seu teclado? Faz tempo? Se não faz, aposto que o que chama de limpeza é passar um pano embebido em algum desinfetante sobre a superfície do mesmo... Infelizmente, isso também não é uma limpeza que preste! Isso porque, nos espaços entre as teclas, assim como aquele entre elas e a superfície em contato com os circuitos receptores dos impulsos de entrada (os caracteres), existem grandes lacunas, que com o tempo são frequentadas por pó, cabelos, restos de comida, pele, unhas, quando não por outros visitantes menos agradáveis de mencionar.
Algum projetista de hardware, em dado momento, deve ter levado em conta esse problema para elaborar a versão preta do teclado - uma espécie de tapetão do mundo digital, permitindo que a sujeira seja camuflada por mais tempo em baixo dele.

Manter o teclado limpo, no entanto, requer pouco de trabalho e boa vontade e pode ser realizada de tempos em tempos para manter a higiene e o seu bom funcionamento (o excesso de resíduos abaixo das teclas pode fazê-las emperrar).

 

O que você precisará

Uma boa limpeza deve começar com a separação de alguns itens:
  1.  Uma chave de fenda simples, fina;
  2.  Um pano (que não solte fiapos);
  3.  Água;
  4.  Detergente ou sabão neutro;
  5.  Um pouco de álcool isopropílico;
  6.  (OPCIONAL) Um spray de ar comprimido ou um aspirador com entrada pequena.

 

Fase 1: Desencaixando as teclas


O que você precisa saber é que as teclas são encaixadas sobre a superfície sensível que capta e envia os estímulos para a placa receptora. Dessa maneira, é possível desencaixá-las para fazer sua limpeza (tanto na parte superior como na inferior e nas laterais).

Antes de desencaixar as teclas, tenha certeza de possuir um outro teclado, ou uma foto no celular do teclado atual para usar de modelo na hora de remonta-lo (o aplicativo de teclado virtual do Windows também pode servir de guia).

Desplugue o teclado do computador (ou desligue o computador, no caso de notebooks). Em seguida, desencaixe as teclas com a chave de fendas, da seguinte forma: para os teclados de PCs de mesa, mais antigos, coloque a chave de fenda embaixo da tecla e levante-a, gentilmente, da direita para a esquerda, sentindo o encaixe dela se deslocando.

Importante: não se esqueça de guardar alguma referência para o momento de encaixar novamente todas as teclas. Pode tirar uma foto, ou, ainda, numerar as posições para cada tecla (no seu verso).



O encaixe deste tipo de teclado é reto, diferente do teclado de um notebook, que possui uma estrutura de encaixe mais refinada. Nesse caso, você precisa localizar a trava do encaixe, por debaixo da tecla, e movê-la da direita para a esquerda, sempre com muita delicadeza, pois não queremos quebrar nada.

Fase 2: Lavando as teclas

Agora, você pode lavar as teclas, na água e sabão (ou detergente). Se estiverem encardidas demais, vale a pena deixá-las de molho alguns minutos em água morna, ou ainda utilizar uma escova.
Após isso, você pode secá-las normalmente para a etapa de remontagem posterior (lembre-se: a água não afeta as teclas, que são de plástico, apenas causará problemas se entrar em contato com os circuitos elétricos relacionados ao teclado).


Fase 3: O suporte do teclado

Bem, a parte que sobrou do teclado, apenas com os encaixes das teclas, pode ser limpo de diversas formas. Se você possuir um spray com ar comprimido ou um pequeno aspirador, melhor; caso contrário, pode sacudir a poeira no tanque mesmo e depois passar um pano com um pouco de álcool isopropílico sobre a superfície.


Após secas as teclas, elas devem ser reencaixadas sobre a superfície de contato do teclado. É um trabalho de paciência oriental, mas tendo em vista que não é uma tarefa a ser realizada diária ou semanalmente, talvez valha a pena em nome da assepsia.

Uma outra alternativa comumente divulgada na internet é abrir o teclado (de PCs de mesa, claro) por trás, retirando os parafusos, desconectar a placa receptora e mandar o periférico para a lava-louça. Não chegamos a testar essa vertente mais radical da faxina, mas, tecnicamente, dá certo. O usuário que quiser testar e dar seu feedback, fique à vontade...

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